Rubiao fitava a enseada, à janela de uma grande casa de botafogo, e ao mesmo tempo comparava o passado com o presente.
Um criado trouxe café numa bandeja de prata. Rubião ficou a olhar para a bandeja, que ele tanto apreciava, bem como a tudo que era de ouro e prata. O criado esperava;era espanhol,é também fora admitido por insistência de Palha,que fez ver a Rubião a necessidade de ter um criado branco.
Quincas Borba está muito impaciente? Perguntou Rubião bebendo o último gole de café e lançando um último olhar à bandeja.
Foi ali que encontrou aquele par de olhos viçosos. Messes antes, Rubiao morava em barbacena, com um amigo. E o Quincas Borba, de mendigo no Rio de Janeiro, se tornaram capitalista graças a uma herança inesperada. Quincas Borba era o inventor de uma filosofia, e logo que chegou a Barbacena, já herdeiro, enamorou -se de uma viúva,senhora de condição mediana e parcos meios de vida;mas tão acanhada que os suspiros do namorado ficaram sem eco. Chamava-se Maria da piedade; um irmão dela, que é o presente Rubião, fez todo o possível para casá-los. Piedade resistiu, um pleuris a levou.
Esse trechozinho de romance ligou os dois homens. Rubião ficou sendo o único amigo do filósofo.
A avassaladora paixão de Rubião por Sofia tinha seus 19 anos,esposa de Palha. O amor social do casal, desprezava até mesmo antigas amizades. E uma história que até hoje é atual, vista a partir do princípio de humanistas.
Resumo feito pela aluna:Francine
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